Governo Estadual responde questionamentos sobre a liberação repentina da Ivane Fretta Moreira

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Ainda ontem, quinta-feira, 30, a reportagem do Portal Infosul entrou em contato com a Assessoria de Imprensa do Governo do Estado em busca de respostas para questões que tomavam a imprensa à respeito da liberação da rodovia Ivane Fretta Moreira, em Tubarão.

Na oportunidade, questionamos os motivos que levaram o Estado liberar a rodovia tão repentinamente e o porquê o prefeito Joares Ponticelli não havia sido previamente comunicado. Entretanto, a assessoria preferiu não comentar o assunto no momento.

Nesta manhã de sexta-feira, 31, no entanto, a Assessoria de Imprensa retornou o contato com o Infosul para esclarecer os pontos. “Na quinta-feira foi feita uma liberação operacional da rodovia, que foi definida depois de reavaliar a situação da obra, que ainda está em andamento. Por este motivo, não houve nenhuma comunicação oficial”, respondeu uma profissional da imprensa. “Quando a obra da rodovia Ivane Fretta Moreira for concluída, juntamente com a obra do contorno do Bairro São Martinho, será programado um ato de inauguração, que oficialmente será comunicado”, completou.

A decisão vai de encontro com a Lei 17.772/2019, sancionada pelo governador Carlos Moises em setembro do ano passado, que impede atos de inauguração de obra pública estadual que não esteja concluída.

Já sobre a liberação da rodovia tão repentinamente, a assessoria informou que a decisão foi tomada no mesmo dia pela manhã, e tão logo foi informado à imprensa. “O secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Carlos Hassler, explica que já havia a intenção de liberar a via desde dezembro do ano passado, porém isso não foi feito porque ainda seria necessário realizar alguns serviços nas pistas, o que implicaria na obstrução das mesmas. Então, se fosse liberada em dezembro, haveria necessidade de fazer eventuais bloqueios nos meses seguintes. E para não ter que bloquear depois de liberar, foi decidido aguardar um pouco mais e não fazer a liberação em dezembro”, explicou.